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sábado, 10 de dezembro de 2011

Todo dia olho estrelas

Permito-me.
Olho estrelas.
Depois de um dia,
Acordo cedo, trabalho muito.
Penso, estudo, analiso,
acredito ou concluo.



Saio a noite para olhar as estrelas.
Aonde elas estavam ontem.
Onde estão hoje.
Olho para cima,
Mas não por estarmos embaixo.
Apesar de não estarmos no centro,
Para onde olharmos, estaremos no meio.

Você a me carregar,
Eu a te olhar.
As fotos do cachorro lembram-me algo.
Sucinto ou sorrindo,
Taciturno ou descontraído...
Horas altas vagas.
Horas altas vagas.
Sofre pelo outros
Com a ingrata sensação
De não sentir
Que se importam contigo.

Guiomar Baccin

7 comentários:

  1. apesar de se tratar de estrelas sua poesia, a foto me fez lembrar aquela musica do Pirisca Grecco que diz
    "a lua é um buraco de bala no pala da noite"... e mais adiante "um pala de ceda e poesia que a noite vestiu".

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  2. Faz sentido. A poesia trata de estrelas, mas a foto é da lua,

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  3. Um beijo grande a todos meus amigos por aqui, carinho sempre e junto desejo de um ótimo Natal e que 2012 siga sendo um tempo de muita Poesia entre nós.


    Carmen

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  4. Que belo convite.... Irei lá olhar as estrelas... E voltarei aqui para contar minhas experiências... Lindo demais os versos que li aqui... Beijo... E este blog é demais!!!!

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  5. - ah, mas quando estamos no centro, sempre se importam conosco.

    muito bom! parabéns.

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  6. Poxa, adoro quando tem comentários de pessoas novas!
    Muito obrigado por estarem aqui!
    E voltem sempre que quiserem!
    Um abraço.

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