domingo, 30 de janeiro de 2011

Dispersar


Aonde estão teus olhos que não os vejo?
Dois globos de diferentes nuances.
Olhares desviados.
Vigiando o infinito.
No destino das palavras.
Perpétuo dispersar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

As coisas não devem mudar!

As coisas não devem mudar!
Eu aqui, você ali, a lua lá.
Onde tudo por deverás é o seu lugar.

O mar não há de mudar!
Suas ondas eternamente tocando a areia,
Cada grão esperando a gota certa para beijar.

A vida não pode mudar!
O silencioso andar, poucos gestos pra falar...
Todo toque preciso, toda força necessária.

Os sentidos não hão de mudar!
O gosto inodoro do amor, o som absurdo da dor,
... o cheiro intenso do mal.

Nem todo toque no escuro é um tato de solidão!

As coisas não devem mudar!
Os gênios continuarão imortais,
Toda guerra ainda será em vão,
E o trigo não deixará de ser pão!

sábado, 22 de janeiro de 2011

No jardim elétrico...

Eu me ligo em vc...

Mordo a fruta, levo choque!


Obra de minha autoria.

Obs.: Clique na imagem para ampliá-la.



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Walk the Line

Galera, aqui vai uma dica de filme. Realmente vale a pena assistir. Além do som muito bom, os atores ainda matam a charada!

Walk the Line (Johnny and June)

Elenco
Joaquin Phoenix, Reese Witherspoon, Ginnifer Goodwin, Robert Patrick, Shelby Lynne, Dan Beene, Larry Bagby, Lucas Till, Ridge Canipe, Hailey Anne Nelson.
Sinopse
Em 1955, um guitarrista magro e arredio que chamava a si mesmo de J.R. Cash entrou naquele que logo seria o famoso Sun Studios, em Memphis. E foi um momento que deixara marcas profundas na cultura americana. Com a fúria de seus acordes na violão, uma intensidade de aço e uma voz tão profunda como a noite, Cash cantava canções sobre dores de amores e sobrevivência que eram cheias de energia, cheias de vida, e algo nunca ouvido antes.
Aquele dia deu início a eletrizante carreira de Johnny Cash. Como pioneiro de um som hipnótico e original que abriria o caminho para as futuras estrelas do rock, country, punk, folk e do rap, Cash começou também sua agitada transformação pessoal. No período mais volátil de sua vida, ele passou de um destrutivo pop star ao famoso ícone representado pelo "Homem de Preto", enfrentando seus próprios demônios, lutando pelo amor que o reabilitaria e aprendendo a andar sobre o fio da navalha que separa a redenção da destruição.
Curiosidades
O filme é produzido por Cathy Konrad (Citizen Ruth, Beautiful Girls, Scream, Cop Land, Girl Interrupted, Identidade) e James Keach (The Stars Fell on Henrietta), e foi desenvolvido durante sete anos com a colaboração conjunta de Johnny Cash e June Carter Cash antes de suas mortes em 2003
Premiações
Reese Witherspoon ganhou melhor atriz Comédia- Musical no Globo de Ouro.
Joaquin Phoenix ganhou melhor ator Comédia - Muiscal Globo de Ouro



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Enjoy!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Acender a luz não faz diferença

10/08/09
16:18

Pergunto-me se vai passar. Em vão!
Será que ainda vivo por esta pergunta? Será?
Será que é o mesmo momento que me segura? Que momento?
Ainda não refiz as paredes de meu muro e talvez jamais as construa novamente.
As chances são grandes como as águas que devoram o mundo.
Transformar-me-ei em perguntas. Tolas e vagas.
Como a esperança que ainda vaga em mim.
Às vezes se dispersa entre um gole e outro, mas não abandona a minha alma.
E é esta mesma esperança que me acorda aos prantos e que desperta um sentimento antes morto em mim: medo.
Uma vez um sábio disse: "amores são como as águas do mar;
trazem belas perolas em suas conchas ou nada trazem, mas levam o pouco que temos embora".
E talvez você tenha levado um pedaço de mim quando partiu, o pedaço que mantinha sob controle meus atos e desejos. Levou e deixou em seu lugar incertezas, amargas e escuras incertezas...
E agora, - doce criança - pergunta-me sobre meu amanhã?
Nada sei de meu agora. Como posso esperar algo do duvidoso amanhã?
"Posso esperar algo de mim além do fim?"
Perguntas, perguntas, perguntas...
"Eu espero você que não espera ninguém,
eu espero Maria que me ama também, lararaaaa..."
Que espero então?
Talvez a chance que hei de me dar um dia!
Meu calabouço pessoal exprime a ilusão do viver em luz.
Um livro inacabável corrige minha loucura ainda estática.
Sons e movimentos vem de um toca discos antigo e companheiro.
Falo com o espelho triste, falo para a solidão, calo.
Lá fora robôs criam sonhos, planejam filhos, "fazem dinheiro".
Sorrio então, pois ainda me resta salvação.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Caminho ao centro da pupila!


Obra de minha autoria.

Obs.: Clique na imagem para amplia-la.