Me condenem pelo obvio
Obviamente é o que fariam
Me julguem e apontem o dedo
É natural e não me põem medo
Se refiram e gritem com letras
Virem o rosto
Não me trará tristeza ou desgosto
Nem indiferença
Alinhem seus soldados
Pois os meus os beijarão na boca
E marcharão assoviando
Uma melodia tosca de amor
O tempo não é mais vilão
E nem haverá mais chuva laranja
Nem única
Nem outras
Me encontrem por acaso
Que me verão feliz
Ou me encontrem propositalmente
Que não me farei ausente
maicoN Halabura 06/01/12 02:57








Um poema bem original e diferente, MaicoN.
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