Uma estou apagando
E as outras já não me bastam
Taís: “Palavras bonitas”
Não pesadas como a verdade
Sobre a primeira
Tempo ao tempo
Para as outras
Nem todo o tempo
Uma é única
E as outras todas iguais
Mas uma faz parte de nada
E as outras desse real-tocável
Como pedras empilhadas
Eu teria um muro com todas as outras
Mas coma rocha parada
Construiria uma casa sobre a única
Quem sabe quatro anos?
Quem sabe risos falsos?
Quem sabe mentiras e matemática?
Ou estupidez e arrogância?
maicoN Halabura 03/01/12 02:20
“Esquizofrênico, mas voltei”.
Como um estalo me surgiu:
Foi um delírio criado!
De um possível impossibilitado
E minhas roupas já estão no armário
Agora posso dormir (02:33)








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