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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A primeira do fim do mundo

Uma estou apagando

E as outras já não me bastam

Taís: “Palavras bonitas”

Não pesadas como a verdade


Sobre a primeira

Tempo ao tempo

Para as outras

Nem todo o tempo


Uma é única

E as outras todas iguais

Mas uma faz parte de nada

E as outras desse real-tocável


Como pedras empilhadas

Eu teria um muro com todas as outras

Mas coma rocha parada

Construiria uma casa sobre a única


Quem sabe quatro anos?

Quem sabe risos falsos?

Quem sabe mentiras e matemática?

Ou estupidez e arrogância?


maicoN Halabura 03/01/12 02:20


“Esquizofrênico, mas voltei”.

Como um estalo me surgiu:


Foi um delírio criado!

De um possível impossibilitado

E minhas roupas já estão no armário

Agora posso dormir (02:33)


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