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domingo, 20 de novembro de 2011

Sobre flores não escreverei



Não vejo luz ou escuridão

Quem sabe algo novo

Um momento diferente,

Ou bem o oposto

Tão repetido que nem o percebo

Como um tropeço ou trezentos soluços

Nem rimas, lirismo ou romance

Estas linhas trarão

É toda quebrada e feia


É sobre o fim

Mas ele é infinito

“Não questione minha contradição”

Apenas mudou

Como pedras esculpidas por arranhões

Que pouco se transforma

Mas machuca a raiz das unhas


Se fez diferente

Como de pai pra filho

De um dono ao seu cão

Ou um gato magro levando pedradas

De meninos na calçada

Diferente como primos escondidos

Diferente mas não de sete cabeças

Ou uma besta invencível


Terminou como carne na sopa

Ou como ar nos pulmões

Em um assopro?

Terminou como um bolo de barro na chuva

Ou um castelo de areia ao vento?


Mas sei que foi como queimar a língua

Ou vomitar algo bom

Agora se findo

Se fez real comum e corriqueiro

Como tudo deve ser

Nada é único: ultimo e primeiro


maicoN Halabura 27/10/11 15:01

1 comentários: